Homicídio ou acidente?

Investigações sobre morte de Petrúcio Tojal serão concluídas nos próximos dias

Delegado de homicídios não informou se caso foi esclarecido

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Petrúcio Torjal morreu em consequencia de politraumatismos
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O inquérito policial que investiga a morte do advogado e empresário Petrúcio Torjal deve ser concluída nos próximos dias. O delegado Everton Gonçalves, titular da Delegacia de Homicídios de Arapiraca, confirmou que o trabalho da Polícia Civil no caso está chegando ao fim, mas não confirmou se o crime foi elucidado.

Com a conclusão do inquérito, o relatório das investigações é remetido à Justiça. Como há um acusado de envolvimento do caso cumprindo prisão preventiva, a tramitação tem prazos mais curtos.

O advogado e empresário Petrúcio Torjal morreu, na madrugada do último dia 14 de março, após cair da sacada do seu escritório, que ficava no piso superior de uma loja de revenda de veículos. Ele chegou a ser socorrida com vida do local, mas acabou morrendo pouco depois no Hospital de Emergência do Agreste em decorrência de politraumatismo.

A única testemunha da queda seria o segurança noturna da loja, Valdir dos Santos. A primeira versão apresentada por ele à polícia foi de que dois assaltantes subiram até o escritório de Torjal, que resistiu ao assalto e entrou em luta corporal com os criminosos, que o jogaram do primeiro andar.

Durante as oitivas na delegacia, o vigilante afirmou que estava no banheiro na hora do suposto assalto. Depois que a polícia constatou que não havia sinais de assalto no estabelecimento, Valdir dos Santos mudou a versão do ocorrido duas vezes. Na última delas, afirmou que o empresário havia caído por acidente.

Diante das contradições, o delegado Everton Gonçalves pediu a prisão preventida de Valdir dos Santos, por suspeita de envolvimento na morte e passou a investigar duas versões, a de que Petrúcio Torjal foi vítima de homicídio e a de que a queda foi um acidente.

O empresário e advogado era muito conhecido em Arapiraca e a morte dele teve grande repercussão. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) chegou a pedir celeridade nas investigações sobre o caso.

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