Fabrízio Almeida

Advogado, Administrador Público, Procurador Municipal, sócio do escritório jurídico Ventura & Macário advogados associados. Tem forte atuação em demandas cíveis, sobretudo em causas contra a administração pública nas três esferas de poder. É torcedor e também advogado da Agremiação Sportiva Arapiraquense desde 2010.

2016 será o ano da renovação

POR: Fabrizio Almeida

As últimas pesquisas mostram claramente que a sociedade brasileira deseja renovação no cenário político, os nomes que se apresentam com maior frequência na mídia, figuras que tramitam por décadas nos corredores do poder estão perdendo afinidade com o povo e pouco a pouco devem ser substituídas no processo por novos gestores.

No contexto nacional vem se destacando e ganhando espaço dentro do PSDB o Governador do Mato Grosso, Pedro Taques. Conhecido por sua imensa bagagem jurídica, o ex-Procurador da República e Professor de Direito Constitucional vem estabelecendo na administração daquele Estado um novo modelo de gestão pública pautada em transparência e participação popular, Taques não mede esforços para dialogar com o povo e sentir suas necessidades.

Cresce a consciência das pessoas sobre a necessidade de participar do processo político porque hoje muitos perceberam que a gestão pública influencia em absolutamente tudo que ocorre no nosso cotidiano, aumentando assim a reflexão sobre a decisão pessoal de confiar o voto, exercendo com maior convicção sua fração de poder.

Neste ano teremos pela frente eleições municipais, será o primeiro momento para verificarmos a força desse movimento. Conheceremos novos nomes nas Câmaras Municipais, alguns mais do mesmo, e outros inspirados e conscientes da sua responsabilidade social, adotando práticas diferentes inclusive no processo eleitoral.

O grande desafio dos velhos grupos para se manterem no poder é viabilizar a construção de uma nova imagem que apresente qualidade de gestão e também revigorar seus quadros, edificando conteúdo capaz de inspirar confiança e votos. A tarefa não é fácil, vaidade e os interesses pessoais sobre o coletivo serão sempre inimigos constantes.

É bom relembrar os recados das manifestações que objetivamente disseram através de muitos pleitos que não se tolera mais um Estado tão ineficiente e oneroso.

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