UMA VEREADORA, UM MOTORISTA... VIDAS BLOQUEADAS.

UMA VEREADORA, UM MOTORISTA... VIDAS BLOQUEADAS.

DIGA NÃO A VIOLÊNCIA!

POR: violência.
DIGA NÃO A VIOLÊNCIA!

  UMA VEREADORA, UM MOTORISTA... VIDAS BLOQUEADAS.

  -Como pode viver em uma sociedade onde não se pode sonhar? 

 

  É engraçado um mês que se comemora o mês da Mulher, surge uma tristeza imensa causada pela covardia da violência. Uma mulher que representava todas as mulheres, independente de cor, raça ou religião, uma mulher que gritava e procurava manter seu grito forte e determinado.

   Agora seu grito  silenciou e com ele veio a dor, a dor de uma vida, sendo interrompida brutalmente.

   Uma mulher que lutava pelo os diretos humanos buscando o melhor.

   Uma  Mulher brava e gentil ao mesmo tempo, mas que não escondia seus anseios de querer o fazer o bem sem olhar a quem.

    Mas a covardia humana atravessa em seu caminho deixando a marca de sangue na Rua, deixando corações partidos de dor por saber que Marielle não estar mas entre as mulheres, colocando em prática seus projetos.

  Ela se foi de maneira indesejada, sem seu tempo marcado, sem permissão de Deus. Foi arrancada a força do meio da sociedade, do mundo, sem ao menos dizer "adeus".

   Essa covardia mascarada pela violência que tira do convivo pessoas inocentes.

    Assim aconteceu com um homem que  teve sua vida  interrompida, não lhe deram a  oportunidade, desse homem  perguntar;

"por que eu?".

  Ele se foi no meio de uma confusão que nada sabia, deixando para trás seus sonhos, seus planos, seu sorriso e sua alegria de viver.

  Foi a inocência roubada pela violência, sem nenhuma explicação mantando vidas que tinham amor por sua profissão.

   Anderson se foi junto com Marielle em um mês onde é proporcionado o mês da Mulher, Anderson foi na inocência dos acontecimentos, apenas cumpria com sua obrigação de um homem que lutava para ter seu dia-a -dia melhor.

  O país chora por ver duas vidas, serem roubada  brutalmente, o amor e o respeito são palavras desconhecidas no meio daqueles que não conhecem o valor de uma vida.

  O terceiro mês do ano 2018 se encontra~se de luto.


 

  

Violência não!

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